Mostrar mensagens com a etiqueta Política. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Política. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, janeiro 26, 2010

OE: Proposta

Caro Governo

Eu sei que já vou em cima do prazo, mas já que a maioria das pessoas se queixa da falta de tempo e dinheiro para ter filhos e dar-lhe a melhor educação possível, então eu proponho uma alternativa. 

Subsídios para o bem estar pessoal. Todos sabemos que se não gostarmos de nós próprios, quem gostará? Aí então é que nada de nada de filhos (se bem que isso resolvia-vos o problema do desemprego, não é????). Portanto mensalmente devíamos receber um subsídio que englobasse o ginásio e o instituo de beleza.

Meninas, de certeza que concordam comigo, certo? Uma manicure ou um arranjar de sobrancelhas está pela hora da morte...

quinta-feira, setembro 24, 2009

Escrutínio

A pouco mais de 48 h da abertura das urnas, eu sei só que quero ir votar. Agora em quem é que eu não sei. 

Estas campanhas do diz que disse, da piada fácil, do toma lá dá cá, deixam-me cada vez mais certa de que os nossos políticos são maus. Uma vergonha. Não me identifico com nenhum para 1º ministro e do que tenho visto de discussão de programas, pá, não vejo grande futuro. São só máscaras para o temos de fazer qualquer coisita.

No meio deste marasmo, gostei de (e surpreendeu-me) ver ontem o Teixeira dos Santos nos Smelly Cats...

quarta-feira, maio 23, 2007

O lançar da primeira pedra de Roseta


Não sei bem por onde começar, se por uma visão actual da interpretação da política nacional ou se pelas recentes manobras de diversão política. Há coisas fantásticas e uma delas é a panóplia de artistas que se fazem passar por políticos, por guiar o destino do nosso canto. Não sei quem é que ainda é capaz de acreditar em algo que seja que tenha o rótulo "política nacional", quando basicamente aquilo que o país é é um espelho dos nossos governantes. Só dois pequenos exemplos são a suspensão de um professor, provavelmente bem licenciado, por conjecturar uma piadinha sobre a licenciatura do nosso "pobre" (e também ele afectado pelo síndroma da gaffe) PM. O outro exemplo é que os portugueses aprendem depressa com estes bons exemplos e assim só de uma manobra rápida 1/3 das pessoas com baixa por doença afinal (correspondendo a 15 000) não estavam assim tão mal.

Bem, mas outra coisa que parece não largar a ribalta neste país são as eleições. Confesso que ainda voto na terrinha, apesar de neste momento ter sido adoptada por Lisboa. E cá está agora o centro da questão. Mais um que não se aguentou e mais um acto eleitoral. Quando é que nos vão deixar em paz? Lá volta a questão das leituras políticas, vamos andar a ouvir inúmeras vezes que o resultado de Lisboa ou traduz ou não traduz o panorama nacional e que estamos muito tremidos e quando menos esperamos ainda temos umas novas eleições à porta.

Mas no meio deste remoínho e pantanal desgraçado, surge a braço de ferro o cada vez mais na moda independente. À parte do Carmona, que anda muito dividido na sua recandidatura, temos uma mulher de armas e bagagens na calha. E o que gosto de mulheres assim. Já não me rejo por cores, acho que perdeu o sentido no meio de valores patrióticos perdidos.

Ganhou a batalha da data da eleição, acho grave arrumarem-se candidatos com golpes baixos. Se os portugueses lisboetas vão estar de férias? Talvez. Mas para eleições estão sempre, por isso venha o boletim.

A pedra está lançada, apenas faço uma pequena nota, a roçar o insignificante. Da Roseta esperamos uma nova visão, o descobrir da chave que mude o rumo desta câmara. Que dê cartas no mundo da política, que dê crédito ao futuro, que devolva sorrisos a quem anda na rua, que seja uma descoberta para Lisboa. A Pedra está lançada, venha o boletim, definitivamente!


quarta-feira, março 21, 2007

Politiquices: défice orçamental

Infelizmente não sou dada a grandes políticas, não vale a pena explicar porquê, basta apenas dizer (como talvez a maioria das pessoas o perceba) que a desilusão que os nossos políticos nos dão só fazem afastar a população dos senhores-lei.

No entanto, estou sempre atenta ao que de político e/ou económico se passa neste país. E foi com satisfação que ontem me deparei com esta notícia:

"Bruxelas recebeu com satisfação o défice de 3,9% do ano passado, bem abaixo dos 4,6 previstos no Orçamento de Estado. O comissário para os assuntos económicos e financeiros acredita que o esforço de contenção orçamental valeu a pena, mas lembra que deve continuar"
Significa isto que o aperto do cinto (que tocou ao bolso de todos, no meu tocou com muita força...) está a ser feito com efeitos que se vêem mais tarde (é como se o governo tivesse colocado uma banda gástrica, mas o efeito não é instantâneo).
O que (não) me surpreende é que nas votações que são promovidas pelo portal SAPO a reacção à pergunta "Agora que o défice baixou, o Governo deve baixar o IVA?" a larga, mas mesmo larga maioria das pessoas tenha respondido que Sim. (Não me recordo bem das palavras correctas, na altura não tirei um print screen...). A minha resposta foi uma das outras opções, que sugeria que para já não. O que é óbvio! Agora que emagreci já posso "enfardar"?!? O erros desta natureza e ao mais alto nível doem a todos. E só quando o nosso país aprender que não é ser mais esperto que o vizinho que as coisas melhoram, nada feito... Há gente que parece só viver de esquemas.
E o governo? O governo tem de saber "chegar" mais perto da população em geral. Não se podem esquecer que a larga maioria da população não está preparada para o palavreado caro que eles gostam de usar. Porque a política não tem de ser complicada, mas sim eficaz!
Claro que os ajustes apertam sempre a mais alguns. Criticar todos sabem fazer, mas olhar em frente e passar em cima das brasas, "vai tu, que eu já vou"!
São necessários sacrifícios, é claro. Não digo que o nosso ilustre Primeiro tenha sido justo ao propagandear que não ia aumentar os impostos e aumentou. Não foi... Mas foi um excelente Marketeer... Sem dúvida! Se é Socialista? Tenho as minhas reservas, mas desde há uns anos que precisávamos de um ponto final parágrafo. Mudar de página mesmo...
O país está fraco. O que o pode vir a tornar forte a médio prazo será fruto daquilo que agora fizermos. E reformas e apertos de cinto precisam-se. E quando voltarmos a ser elegantes, ninguém vai deixar de se olhar ao espelho e vamos estar no canto do olho dos outros...