segunda-feira, janeiro 25, 2010

Deus, rais'partam

De certeza que Deus não tirou um curso de Engenharia. Ou então não passou a tudo, só pode.


Sabiam que para perder o equivalente a uma maravilhosa barrita de cereais ou duas galletes de arroz integral é preciso fazer 15 a 20 min de elíptica (cross trainer para os mais in) e a um nível já mais elevadito?

Pois, ó Deus, quanto tempo é que leva a comer a barra de cereais? Humm?

Isto é muito giro as dietas e tal e preparar para o Verão, após os devaneios do Natal, mas o que é certo é que os balanços energéticos (como agora glamourosamente chamam, sem ter nada de glamour e muito de engenharia) são difíceis de cumprir. É que quando olhamos para a coisa em geral até parece bem, mas quando vamos operacionalizar (engenharia mais uma vez) logo vemos que o tempo para o input é muito menor que o tempo de output. Quase que podemos elevar isto ao nível das importações/expoertações da China. É que a China exporta tanto e quase não importa nada, que mandar de volta tudo vazio custa dinheiro.

Aqui custa tempo e custa o risco de ainda não termos perdido a primeira barrita de cereais e eu já estar com vontade de um iogurte líquido (magro, claro). Isto tudo para não dizer o quão é difícil a uma alentejana não comer certas coisas. 

Rais'partam Deus pá. Eu podia ter-te empresado a minha TI 89, dado umas lições assim de umas quantas coisas e isto era muito mais equilibrado. 

É que ainda por cima (continuando a divagar) o mundo é muito ingrato e irónico. Tudo o que é bom acaba depressa, o mau ou o inverso ou o doloroso é DEMORAAAAAAADDDOOOOOO. ujar a casa? É para já. Limpar? Pois... E tempo? Comer já disse. Mandar fazer alguma coisa, é fácil, ver se está bem feito, pois... Ter uma ideia brilhante, muot giro, por em prática, rais'partam.

Portanto às vezes o que apetece é ser uma inútil da sociedade, fazer do trabalho um emprego e viver a vida ao máximo.

Mas não, depois vêm os ideais. E lá se vai o raciocínio...

Nota: a ausência é justificada. Precisava-se. O regresso é sempre desejado, resta saber se é operacionalizável no meio de obrigações metidas na agenda. Perdoam-me?