quinta-feira, maio 31, 2007

Happy Planet Index


Uma das coisas que os congressos têm boas é que há sempre as palestras dos VIP das áreas. E como se podem dar ao luxo de falar de tudo e qualquer coisa e além disso já cá andam há muito tempo e apesar do cunho cómico da coisa, a razão e a ciência estão lá. Aqui vos deixo um site muito giro, o Happy Planet Index.

Acho que me vou mudar para a Costa Rica... Finalmente alguém que vem dizer que afinal os países mais felizes para se viver não são os mais desenvolvidos. Portugal está em 136ºlugar e mesmo assim está à frente dos EUA:P

Sem dúvida, a ver... E para pensar!

Regressos

São como são, acaba-se aquilo que andámos a desejar e organizar durante meses, foi o congresso, o reencontro da família científica. Mas o regresso a casa sabe sempre, no balanço final, bem. Especialmente quando se faz uma directa para ir apanhar o avião.

Bucareste é única. Não boa nem má, mas única. Emergente, desequilibrada, com potencial, barata, do outro lado da Europa, megalómana... Assim que puder mostro-vos um pouco desta capital.

O congresso foi muito bom, intenso, chamativo, mas sempre com trabalhos que ainda perguntamos de onde saíram e alguns aspectos menos bons. Mas foi no Hotel JW Marriott de Bucareste, aquilo entrar de calças de ganga uma pessoa não se sente muito bem.

Os portugueses são sempre os mais divertidos, sem dúvida. Farta de macanbúzios já andamos nós!

terça-feira, maio 29, 2007

Pérolas #12




A ver se se lembram desta... Foi também assim um hit do momento, daquilo que eu chamo uma "fast band"... Ainda por cima agora parece que este tema nos acompanha todos os dias, de pessoas desaparecidas.


Sim, ainda estou por terras Romenas, volto em breve ao nosso canto.

sexta-feira, maio 25, 2007

Vou ali, já venho...



Vou até ali à Roménia visitar o meu amigo conde Drakul, já volto (que é como quem diz, volto para a semana...).

Ah que belos Piratas!...


Que belas (quase) 3 h de cinema, vista arregalada... Pronto, e gargalhadas também! Já vos disse que o meu actor preferido é o Johnny Depp? Que papelão, que figuraça e caras com expressões geniais!
E ao que parece a história acaba, mas recomeça. Será? Ah Johnny...

quinta-feira, maio 24, 2007

Dia B


Dia B de Beyoncé (ou lá como se escreve o nome da miúda).

Cuidado se estiverem a planear deslocar-se até perto do Pavilhão Atlântico, não vão levar com uma "bunda" quando menos esperarem! Nem sei se isso é bom ou mau, enfim... Depende do ponto de vista e do ponto em que se leva com ela.

quarta-feira, maio 23, 2007

O lançar da primeira pedra de Roseta


Não sei bem por onde começar, se por uma visão actual da interpretação da política nacional ou se pelas recentes manobras de diversão política. Há coisas fantásticas e uma delas é a panóplia de artistas que se fazem passar por políticos, por guiar o destino do nosso canto. Não sei quem é que ainda é capaz de acreditar em algo que seja que tenha o rótulo "política nacional", quando basicamente aquilo que o país é é um espelho dos nossos governantes. Só dois pequenos exemplos são a suspensão de um professor, provavelmente bem licenciado, por conjecturar uma piadinha sobre a licenciatura do nosso "pobre" (e também ele afectado pelo síndroma da gaffe) PM. O outro exemplo é que os portugueses aprendem depressa com estes bons exemplos e assim só de uma manobra rápida 1/3 das pessoas com baixa por doença afinal (correspondendo a 15 000) não estavam assim tão mal.

Bem, mas outra coisa que parece não largar a ribalta neste país são as eleições. Confesso que ainda voto na terrinha, apesar de neste momento ter sido adoptada por Lisboa. E cá está agora o centro da questão. Mais um que não se aguentou e mais um acto eleitoral. Quando é que nos vão deixar em paz? Lá volta a questão das leituras políticas, vamos andar a ouvir inúmeras vezes que o resultado de Lisboa ou traduz ou não traduz o panorama nacional e que estamos muito tremidos e quando menos esperamos ainda temos umas novas eleições à porta.

Mas no meio deste remoínho e pantanal desgraçado, surge a braço de ferro o cada vez mais na moda independente. À parte do Carmona, que anda muito dividido na sua recandidatura, temos uma mulher de armas e bagagens na calha. E o que gosto de mulheres assim. Já não me rejo por cores, acho que perdeu o sentido no meio de valores patrióticos perdidos.

Ganhou a batalha da data da eleição, acho grave arrumarem-se candidatos com golpes baixos. Se os portugueses lisboetas vão estar de férias? Talvez. Mas para eleições estão sempre, por isso venha o boletim.

A pedra está lançada, apenas faço uma pequena nota, a roçar o insignificante. Da Roseta esperamos uma nova visão, o descobrir da chave que mude o rumo desta câmara. Que dê cartas no mundo da política, que dê crédito ao futuro, que devolva sorrisos a quem anda na rua, que seja uma descoberta para Lisboa. A Pedra está lançada, venha o boletim, definitivamente!


terça-feira, maio 22, 2007

Procura-se mulher perigosa!

Cuidado com elas! A típica mulher portuguesa, peixeira, atarracada, católica da raíz do cabelo à unha do pé, anda à solta. E é preciso ter cuidado.


Estava eu até bem posicionada no passado sábado, na Benção dos Finalistas a fim de ver o meu miúdo lá no meio dos estudantes. Vi-o, fiz-lhe adeus, tirei a foto, depois de pedir um poleiro emprestado. Tudo bem. À minha frente estava uma mulher e eu, paz de alma, nem reclamei de ter o banquinho dela aberto, entre mim e ela, a incomodar-me os joelhos. Estão a ver a típica sofredora que vai às 5 da manhã marcar lugar, só para dizer que está lá, de banco dobrável com a bela da risca.


Eis senão quando (ihih), a mulher se vira para mim, com uma voz cavernosa que se ouviu praticamente na Alameda da Cidade Universitária toda e quase me quer bater a dizer para eu parar de saltar (!) que só lhe estou a bater nas costas (!!). Mas a roçar a brutalidade inexplicável!

E eu, obviamente que estava sossegadita no meu lugar sem lhe ter feito nada digo logo:


- Desculpe, eu não estou a saltar e se há alguma coisa a incomodar é o seu banco que está a ocupar o lugar de uma pessoa. Se é para estar sentada, vá para outro lado, que aqui toda gente quer é ver.
(Ela) - Você não tem nada que reclamar que eu cheguei cá muito mais cedo.
- E você não tem de me estar a acusar de nada que eu não estou a fazer, quando você está aqui com o raio do banco a incomodar. Além disso, quer ver a missa e tal, mas de católica agora não está a ter nada.


A esta hora já tinha uma data de gente a mandar vir com a mulher. E não vai de modas, pega a mãe do meu miúdo no banco da mulher, dobra-o e manda-a calar!


Passado um bocado vem uma rapariga que precisa de passar com uma garrafa de água para a avó e eu aviso logo, "não passe por aqui senão esta senhora é capaz de lhe bater"! Começa-se tudo a rir. Remédio santo, nunca mais abriu o bico. E é claro que fiz questão de quando fosse para empurrar, me chegar inocentemente para cima dela...


Se há coisa que eu não entendo é esta gente que diz católica e vai para onde houver uma missa e depois anda a ter comportamentos destes. Não se entende! Depois ainda querem que lhe tenham respeito! Para depois estarem duas ou três pessoas que nunca se levantaram do banquinho, a ler o jornal, mesmo junto às grades da frente? Haja paciência, podiam ter ficado na cama!


Saber ficar calado(a) pode ser uma virtude.

segunda-feira, maio 21, 2007

Aproxima-se!

Mona Lisa



Faz hoje um ano estava eu especada em frente a ela, mas olhei mais para o lado do que para ela. Espantei-me mesmo com as cerca de 200 pessoas, umas a sair, outras a entrar, mas que mantêm a aglomeração populacional em frente ao pequeno pedaço de tela. Muito protegido, muito segurança. Impossível, quase, tirar uma foto, não vá a obra do Mestre deteriorar-se para a posteridade. Um acaso o estar em Paris há um ano, fui em trabalho, assim inesperadamente e à última da hora. Acabei por ter de ir sozinha, pois mais azar tinha o meu miúdo ido um mês antes de mim com os pais. E a comprar bilhetes de avião assim a menos de uma semana de distância, os preços não convidam. Mas alguém tinha de ir e fui eu a contemplada. Foi um mar de Códigos DaVinci, numa Paris a viver a estreia do filme. Imagine-se a quantidade de pessoas a querer ver tudo o que tinha a ver com a película. O Louvre à pinha. Peguei no mapa, assinalei as famosas peças entre a famosa colecção e fiz sprints pelos corredores para ver tudo até uma hora de almoço não muito tardia. Tudo, ou quase, a Vénus de Milo escondeu-se em todo o percurso, muito por culpa de obras de recuperação que aconteciam nos seus aposentos. E a sua nova localização era algo obscuro. Não pude privar com ela. Sozinha também decidi desta vez subir à Torre Eiffel no lusco fusco. Foi uma experiência memorável. As luzes a acender estamos nós a meio caminho, cintilamos com elas, somos admirados naquele grande mostrinho metálico. E lá em cima, tirando as rajadas de vento que nesse dia tinham sido de 90 km/h e que até ao momento exacto em que comprei bilhete impediam de subir ao topo mas que magicamente mudou nesse instante, admirar o pôr do sol avermelhado, escondido e tímido no meio das nuvens.


No dia seguinte afinal, tinha uma reunião tão importante quanto aborrecida para acompanhar, mas senti-me a verdadeira mulher de negócios!

O Perna de Pau

Alguns momentos lembramo-nos de coisas do passado, às vezes sem importância nenhuma... A thunderlady lembrou-me do Perna de Pau. Ora, andava eu na escola primária que por sorte era ao lado da escola secundária onde os meus pais são professores. Vários anos o meu pai foi presidente da escola e como tal podia "mandar".

Mandou ele que alguns gelados não fossem comercializados porque tinham demasiados corantes. Entre eles o Perna de Pau. E eu gostava pá!













Ora o que é que eu decidi fazer: ir ao bar, pedir outro gelado sem autorização e deixar para o meu pai pagar. Cá se fazem, cá se pagam;)

domingo, maio 20, 2007

Para o ano há mais!...

Ao menos foi emoção até ao fim (e acaba de ser o 2º golo do Benfas)... Se o Benfas tivesse ganho ao Boavista, se tivesse ganho ao Porto, se se... Acaba hoje, em breves minutos. Vamos à pré-eliminatória da Liga dos Campeões. Há de correr bem, como o ano passado. Havemos de recuperar lesões. Talvez venha um ou outro puto novo, sei que há um ou outro júnior que promete. E por falar em jovens revelações, se calhar de revelações não tiveram muito, mas o futebol este ano deu-nos muitos: a afirmação do João Moutinho, o Nani, o Djaló, o Andersson. Os mais amados, agora nestes momentos o Vítor Baía, o Miccoli, os mais detestados, o Derlei e o Moretto... Desligam-se as televisões domingo à tarde, aguardam-se as novidades, despedimo-nos dos que nos deixam. Gosto muito de ver futebol e aguardo a nova época, claro. Faz-me falta a emoção do fim de semana, vir de Portalegre a ouvir relatos, a rir com os comentadores, a sofrer sempre pelo Benfica. Só tenho pena, sempre, quando há violência, quando não há segurança nem fair play, sejam vermelhos, verdes ou azuis ou outras cores. É tão bonito ver um estádio cheio a vibrar de alegria, ver as crianças a tentar perceber tudo. É bonito, não o estraguem. E, apesar de tudo, apesar de não gostar de algumas pessoas afectas ao FCP, parabéns por serem campeões!

sexta-feira, maio 18, 2007

No próximo Domingo...


quinta-feira, maio 17, 2007

Pérolas #11



(whisper)
Now I lay me down to sleep (x 2)
Pray the lord my soul to keep (x 2)
If I die before I wake (x 2)
Pray the lord my soul to take (x 2)

Ena pá, tantas recordações... Caloira... Amigos novos, em Lisboa com 18 anitos, longe da calmaria alentejana... :)

Subitamente

Assim depois de almoço recebo um e-mail a dizer que o meu 3º artigo para congresso foi aceite. Onde? Aqui:


Resta saber se há "tempo" para mais um...

quarta-feira, maio 16, 2007

Pérolas #10

Pronto, faltava-me cá uma balada. Eu sou uma românticazita, pronto. Confesso! E pronto, gosto desta música, gosto mesmo pá! Para cantar ao ouvido, para ouvir na praia, ver as ondas frias, longe, abraçados. Ter um sorrisinho daqueles na cara, ter o friozinho na barriga, sentir que mais nada há ou interessa naquele momento. Quanto ao videoclip, agora vou ter de arranjar um gajo bem giro para não ficarem os rapazes a babarem-se para a Shania.

Música maestro... Hummm, yeahh ehh... Para ti:)

Faltam 10 dias...

... para começar a minha saga de viajante deste ano. A primeira paragem é o primeiro congresso do ano. Os congressos são hoje em dia às vezes já catalogados como pouco interessantes, que já aparece de tudo, mas é preciso saber filtrar. Já estive a ver o programa para assinalar o que me interessa. Este congresso é "o" congresso onde se reúne a família mundial que trabalha na área do PSE (Process Systems Engineering) e do CAPE (Computer-Aided Process Engineering). O poster já está prontinho a imprimir, lá andei a ajustar tudo ao milímetro.

Estou deserta de ir, de rever as pessoas e especialmente o Jan, que foi meu orientador de estágio quando estive em Aachen há 5 anos e que não vejo desde então. Reencontros. E onde vou eu, perguntam vocês? Reconhecem?

Não, não é Paris... É Bucareste, Roménia. Ideias megalómanas fizeram desta cidade a apelidada Paris de Leste...

terça-feira, maio 15, 2007

Bravo

Quem é que escolhe nomes de código para as operações fantásticas que decorrem neste país? Sabiam que a primeira fase da época de incêndios que hoje se inicia e termina a 30 de Junho se chama Fase Bravo? Bravo a quê? Mais parece nome de esfregão (aliás, há um esfregão com este nome). Ou seja, como a coisa não vai funcionar, lá vem o esfregão para limpar a porcaria!...

Pisca Pisca

Será que os Portugueses têm algum problema com o fazer pisca quando querem mudar de direcção no trânsito? Mesmo quando vão cortar 3 faixas para virar à esquerda e estão na faixa mais à direita? Não, é muito mais fácil atravessarem-se à frente dos outros e seja o que Deus quiser. Prático, não? Talvez achem que os outros condutores têm o poder de adivinhar o que eles vão fazer. Deve ser isso, deve, eu é que não entendo!